Quando o entretenimento deixa de ser só cultura e passa a movimentar mercados

O show de Shakira pode ter parecido, para muita gente, apenas mais um grande evento de entretenimento. Luzes, música, fãs, redes sociais lotadas e uma multidão cantando os maiores sucessos da artista. Mas os números mostram que o impacto vai muito além do palco. A movimentação econômica gerada em torno do evento ultrapassou milhões de reais e revelou algo que muitas empresas ainda insistem em ignorar: experiências geram valor real.
Quando um espetáculo mobiliza hotéis, restaurantes, aplicativos de transporte, turismo, comércio, influenciadores, imprensa e consumo digital, ele deixa de ser apenas cultura. Passa a ser estratégia, posicionamento e impacto coletivo.
E talvez esse seja um dos maiores erros das empresas atualmente: subestimar o poder das experiências como ferramenta de conexão e construção de marca.
Marcas fortes não crescem apenas porque oferecem um bom produto ou serviço. Crescem porque conseguem ocupar espaço emocional na vida das pessoas. Porque criam memória, pertencimento, identificação e conversa. É isso que faz alguém viajar quilômetros para viver um momento. É isso que movimenta consumo espontâneo, compartilhamento orgânico e desejo coletivo.
Hoje, o consumidor não compra apenas algo funcional. Ele compra o que aquela marca representa. Compra o sentimento de fazer parte de algo. Compra a experiência.
Por isso, empresas que entendem comunicação apenas como divulgação acabam ficando para trás. Comunicação estratégica é percepção. É construção de valor. É entender comportamento, contexto cultural e impacto social.
Nesse cenário, a atuação de empresas especializadas se torna cada vez mais necessária. A Presoti Comunicação trabalha justamente com uma comunicação personalizada, alinhada à identidade, aos objetivos e ao posicionamento de cada cliente, entendendo que gerar conexão é tão importante quanto gerar visibilidade.
A jornalista e empresária Flávia Presoti, CEO da Presoti Comunicação, também é uma das idealizadoras do projeto As Três Chaves, ao lado de Vinícius Pacheco e Bárbara Gamaliel. A iniciativa nasce justamente da compreensão de que liderança, reputação, posicionamento e experiência são pilares fundamentais para empresas e profissionais que desejam construir marcas fortes e relevantes.
Porque, no fim, as marcas mais lembradas não são necessariamente as que mais aparecem. São as que conseguem fazer as pessoas sentirem.
E esse talvez seja o maior ensinamento que movimentos culturais de grande impacto deixam para o mercado: conexão não é detalhe. É estratégia.